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Empresários pretendem instalar 1º indústria de painéis fotovoltaicos da América do Sul, em MS
Campo Grande (MS) – O governador André Puccinelli recebeu na manhã de quarta-feira (25), em seu gabinete, representantes da empresa Solar-Par que pretendem instalar uma unidade fabril em Mato Grosso do Sul. Os industriais pretendem fabricar placas solares com células fotovoltaicas para a produção de energia elétrica em Mato Grosso do Sul. De acordo com a empresa, serão investidos cerca de R$ 235 milhões e a unidade vai gerar mil empregos diretos.

O programa da Solar-Par é instalar três unidades no Brasil, sendo uma em Mato Grosso do Sul, para a produção de toda a cadeia produtiva dos painéis solares, desde o lingote de silício até a montagem dos módulos fotovoltaicos. O presidente da empresa, Tersandro Milagres, destaca que esta será a primeira fábrica do tipo na América do Sul. “Existem empresas que montam os painéis, mas nós vamos produzir tudo. Vamos receber o silício, fazer os lingotes, produzir as células e montar as placas fotovoltaicas e isso é inédito na+ América do Sul. As demais empresas do mercado importam as células e apenas montam”, explicou.

Na reunião, que contou com a presença do secretário de Estado de Fazenda, Jader Julianelli Afonso, e da secretária de Estado de Desenvolvimento Agrário, da Produção, da Indústria, do Comércio e do Turismo, Tereza Cristina Corrêa da Costa, foi discutido os incentivos fiscais que serão concedidos à empresa para sua instalação em solo sul-mato-grossense. O governador André Puccinelli destacou que o Estado oferece até 90% de incentivos para empresas que atuam em áreas sem concorrência. “Nosso Estado é um dos mais competitivos para a instalação de novas indústrias devido aos nossos incentivos fiscais, localização geográfica e infraestrutura. Neste caso, como é uma empresa que tem um grande apelo ambiental, com a produção de energia limpa, vamos estudar para chegar aos 95% de incentivos pretendidos por ele, desde que dentro da lei”, destacou.

Tersando Milagres se mostrou surpreso com a qualidade da equipe técnica do Estado e com a receptividade do governador. “Gostamos muito da agilidade com que as coisas caminham aqui no Mato Grosso do Sul, além da receptividade do governador e seu secretariado. Isso, sem dúvida, foi fundamental para a escolha do Estado para esta nova unidade. O governador se mostrou propenso à inovação e novas tecnologias”, destacou o empresário.

A fábrica terá capacidade de produção de 380 mil módulos por ano e 25,9 milhões de células fotovoltaicas, que compõem os módulos de geração de energia. O projeto tem previsão para sair do papel a partir de janeiro de 2014, com conclusão e início das operações em 16 meses. De acordo com Milagres, os sistemas fotovoltaicos podem ser aplicados em áreas rurais, para abastecimento de localidades de difícil acesso da rede elétrica, tornando-se uma ferramenta útil para melhorar a qualidade de vida da população rural. Além disso, esse tipo de energia pode ser uma excelente alternativa em aplicações na pecuária, nas diversas atividades que demandam energia, como aquecimento, ventilação e umidificação para controle de temperatura ambiente e sistemas de iluminação, por exemplo. O sistema de geração de energia fotovoltaico é totalmente viável para o uso doméstico, sendo amplamente aplicado em países europeus como a Alemanha e França, reduzindo o gasto com energia nas residências, além de contribuir para a geração de energia limpa e sem impacto ao meio ambiente.

MS deve ter a primeira fábrica de painéis solares da America do Sul
O governador André Puccinelli recebeu representantes da empresa Solar-Par que pretendem instalar uma unidade fabril em Mato Grosso do Sul.

Os industriais pretendem fabricar placas solares com células para a produção de energia elétrica em Mato Grosso do Sul.

De acordo com a empresa, serão investidos cerca de R$ 235 milhões e a unidade vai gerar mil empregos diretos.

O programa da Solar-Par é instalar três unidades no Brasil, sendo uma em Mato Grosso do Sul, para a produção de toda a cadeia produtiva dos painéis solares, desde o lingote de silício até a montagem dos módulos fotovoltaicos.

O presidente da empresa, Tersandro Milagres, destaca que esta será a primeira fábrica do tipo na América do Sul.

Na reunião foi discutido os incentivos fiscais que serão concedidos à empresa para sua instalação no Estado.

O governador André Puccinelli destacou que o Estado oferece até 90% de incentivos para empresas que atuam em áreas sem concorrência.

“Nosso Estado é um dos mais competitivos para a instalação de novas indústrias devido aos nossos incentivos fiscais, localização geográfica e infraestrutura. Neste caso, como é uma empresa que tem um grande apelo ambiental, com a produção de energia limpa, vamos estudar para chegar aos 95% de incentivos pretendidos por ele, desde que dentro da lei”, destacou.

A fábrica terá capacidade de produção de 380 mil módulos por ano e 25,9 milhões de células fotovoltaicas, que compõem os módulos de geração de energia.

O projeto tem previsão para sair do papel a partir de janeiro de 2014, com conclusão e início das operações em 16 meses.

De acordo com Milagres, os sistemas fotovoltaicos podem ser aplicados em áreas rurais, para abastecimento de localidades de difícil acesso da rede elétrica, tornando-se uma ferramenta útil para melhorar a qualidade de vida da população rural.

Além disso, esse tipo de energia pode ser uma excelente alternativa em aplicações na pecuária, nas diversas atividades que demandam energia, como aquecimento, ventilação e umidificação para controle de temperatura ambiente e sistemas de iluminação, por exemplo.

O sistema de geração de energia fotovoltaico é totalmente viável para o uso doméstico, sendo amplamente aplicado em países europeus como a Alemanha e França, reduzindo o gasto com energia nas residências, além de contribuir para a geração de energia limpa e sem impacto ao meio ambiente.
André recebe empresários que pretendem instalar primeira indústria de painéis fotovoltaicos da América do Sul, em MS
Campo Grande (MS) – O governador André Puccinelli recebeu na manhã desta quarta-feira (25), em seu gabinete, representantes da empresa Solar-Par que pretendem instalar uma unidade fabril em Mato Grosso do Sul. Os industriais pretendem fabricar placas solares com células fotovoltaicas para a produção de energia elétrica em Mato Grosso do Sul. De acordo com a empresa, serão investidos cerca de R$ 235 milhões e a unidade vai gerar mil empregos diretos.

O programa da Solar-Par é instalar três unidades no Brasil, sendo uma em Mato Grosso do Sul, para a produção de toda a cadeia produtiva dos painéis solares, desde o lingote de silício até a montagem dos módulos fotovoltaicos. O presidente da empresa, Tersandro Milagres, destaca que esta será a primeira fábrica do tipo na América do Sul. “Existem empresas que montam os painéis, mas nós vamos produzir tudo. Vamos receber o silício, fazer os lingotes, produzir as células e montar as placas fotovoltaicas e isso é inédito na América do Sul. As demais empresas do mercado importam as células e apenas montam”, explicou.

Na reunião, que contou com a presença do secretário de Estado de Fazenda, Jader Julianelli Afonso, e da secretária de Estado de Desenvolvimento Agrário, da Produção, da Indústria, do Comércio e do Turismo, Tereza Cristina Corrêa da Costa, foi discutido os incentivos fiscais que serão concedidos à empresa para sua instalação em solo sul-mato-grossense. O governador André Puccinelli destacou que o Estado oferece até 90% de incentivos para empresas que atuam em áreas sem concorrência. “Nosso Estado é um dos mais competitivos para a instalação de novas indústrias devido aos nossos incentivos fiscais, localização geográfica e infraestrutura. Neste caso, como é uma empresa que tem um grande apelo ambiental, com a produção de energia limpa, vamos estudar para chegar aos 95% de incentivos pretendidos por ele, desde que dentro da lei”, destacou.

Tersando Milagres se mostrou surpreso com a qualidade da equipe técnica do Estado e com a receptividade do governador. “Gostamos muito da agilidade com que as coisas caminham aqui no Mato Grosso do Sul, além da receptividade do governador e seu secretariado. Isso, sem dúvida, foi fundamental para a escolha do Estado para esta nova unidade. O governador se mostrou propenso à inovação e novas tecnologias”, destacou o empresário.

A fábrica terá capacidade de produção de 380 mil módulos por ano e 25,9 milhões de células fotovoltaicas, que compõem os módulos de geração de energia. O projeto tem previsão para sair do papel a partir de janeiro de 2014, com conclusão e início das operações em 16 meses. De acordo com Milagres, os sistemas fotovoltaicos podem ser aplicados em áreas rurais, para abastecimento de localidades de difícil acesso da rede elétrica, tornando-se uma ferramenta útil para melhorar a qualidade de vida da população rural. Além disso, esse tipo de energia pode ser uma excelente alternativa em aplicações na pecuária, nas diversas atividades que demandam energia, como aquecimento, ventilação e umidificação para controle de temperatura ambiente e sistemas de iluminação, por exemplo. O sistema de geração de energia fotovoltaico é totalmente viável para o uso doméstico, sendo amplamente aplicado em países europeus como a Alemanha e França, reduzindo o gasto com energia nas residências, além de contribuir para a geração de energia limpa e sem impacto ao meio ambiente.
Empresa especializada em energia solar vai gerar 690 empregos em Colatina
Uma planta industrial pioneira na América do Sul será instalada em Colatina para produzir sistemas de geração de energia fotovoltaica. Com investimento de R$ 235 milhões e previsão de entrar em operação no final de 2014, a Tecno Cells deverá empregar 440 trabalhadores na sua fase de operação e 250 na construção da empresa.

O projeto da Solar-Par, holding que administra cinco empresas, além da Techno Cells, foi apresentado ontem no Palácio Anchieta pelo executivo-chefe da Techno Cells, Tersandro Milagres, que assinou protocolo de intenções com a administração estadual. O documento foi celebrado entre ele e o governador Renato Casagrande.

Milagres informou que a empresa prevê um faturamento anual próximo de R$ 250 milhões. A fábricaterá capacidade produtiva de 380 mil módulos fotovoltaicos (95 MW). Essa quantidade atender até 1,9 mil residências.

Serão produzidos 26 milhões em células fotovoltaicas, que equivalem a uma capacidade de gerar 110 MW; e o mesmo volume em wafers de silício. Esse volume poderá suprir a demanda da holding e atender ao mercado. Locação

O objetivo principal não é vender os equipamentos para geração de energia solar, mas sim fazer a locação dos sistemas. “Um módulo deverá ter custo de R$ 750,00 para venda, e são necessários dez módulos para gerar 280 KW por mês, mais ou menos o consumo de uma residência”, justifica o executivo.

O sistema de locação deverá ser mais vantajoso, acredita ele, já que para gerar um KW gastam-se cerca de R$ 400,00, enquanto que a mesma capacidade de energia é vendida no Espírito Santo por cerca de R$ 450,00.

Para garantir a locação, a holding Solar-Par decidiu criar uma empresa para cuidar da locação, a Solar-Rental; e outra para a prestação de serviços, Solar-Servix.

A Techno Cells também venderá os sistemas de geração de energia por merio de células fotovoltaicas. “Mas, projetamos os investimentos pensando em abrir mercado com o sistema de locação, inclusive para empresas. Essas empresas deverão gerar outros mil empregos diretos na região.

A fábrica será instalada numa área de 100 mil metros quadrados e produzirá módulos fotovoltaicos (380 mil por ano); células fotovoltaicas (25,9 milhões por ano); e wafers de silício (25,9 milhões por ano). Há previsão de investir R$ 12 milhões por ano em pesquisas e desenvolvimento.


Importação

No princípio, a fabricação dos sistema será feita com a importação de matéria prima de empresa da Alemanha que também fornecerá a tecnologia para a produção das células.

Milagres ressalta que a Solar-Par estudou por dois anos a maneira ideal de colocar os produtos no mercado. “Chegamos à conclusão que o sistema de locação é a melhor forma de iniciar a implantação dos sistemas de geração”. Assim, a energia gerada excedente na residência ou indústria poderá ser disponibilizada no sistema elétrico, gerando receita para o proprietário.


Fonte: Da Redação Multimídia
Empresa de energia solar deve gerar mais de mil empregos em Colatina
A instalação da holding Solar-Par Participações no município de Colatina pode gerar mais de mil postos de empregos, diretos e indiretos. O empreendimento é voltado para o seguimento de fabricação de painéis solares fotovoltaicos (energia solar). A previsão é de que as operações iniciem no final do ano que vem ou inicio de 2015. O Protocolo de Intenções foi assinado na tarde desta segunda-feira (23), no Palácio Anchieta, em Vitória.

Nós estamos há algum tempo buscando empreendimento nessa área, de células fotovoltaicas, equipamentos, unidades que possam produzir energia do sol, energia alternativa. E que permita que o Estado seja uma base no fornecimento desse equipamento para o Brasil todo. Esse momento está chegando?, comentou o governador Renato Casagrande (PSB).

De acordo com Tersandro Milagres, empresário que está à frente da Techno-Par, devem ser criados 250 vagas durante a implantação da unidade fabril, 440 na produção e mais de 600 para comercialização e instalação dos módulos. Ainda serão definidos os cargos. Estima-se investir R$ 235 milhões e prevê faturamento anual de R$ 250 milhões.

A capacidade produtiva por unidade fabril é de 380 mil módulos fotovoltaicos ao ano (equivalente a 95 MW); células fotovoltaicos de 25.900 mil ao ano (equivale a 110MW) e fabricação de Wafers de Silício 25.900.00 (equivale a 110 MW)

A partir da assinatura do Protocolo, a empresa definirá onde o empreendimento será instalado. Paralelamente, a empresa entra com a parte de licenciamento ambiental junto à Prefeitura de Colatina e a terraplanagem da área.

A Solar-Par pretender fornecer produtos e serviços de alta qualidade no setor de energia solar. O foco inicial é fornecer a tecnologia e as placas através de um contrato de locação. Segundo Milagres, a tarifa hoje gira em torno de R$ 400,00 por quilowatts. Ele informou que o setor residencial no Espírito Santo demonstrou maior capacidade de consumo.

Para o prefeito de Colatina, Leonardo Deptulski, a indústria traz um conhecimento e irá investir em pesquisa. A empresa ?está dentro desse momento que a cidade está vivendo, de crescimento econômico, mas de forma sustentada?.

Serão implantadas três unidades industriais destinadas a produção de lingotes, wafers, células e módulos fotovoltaicos.

Deste modo, a holding pretende ser a primeira empresa brasileira a implantar a tecnologia de produção da América do Sul. Cada unidade industrial abrigará centros de pesquisa e laboratórios destinados ao desenvolvimento de novas tecnologias.

Segundo Tersandro Milagres, a intenção é expandir os negócios no Brasil. Já consolidado estão as fábricas em Colatina e Mato Grosso do Sul. E o terceiro projeto passa por avaliações de localização, sendo considerados Minas Gerais e Bahia.

Lingotes de Silício (SI). São blocos de silício purificado (grau solar) obtidos através de processo de cristalização em fornos específicos capazes de atingirem temperaturas superelevadas (até 1420ºC).

Células. Placas capazes de converter diretamente a luz solar em energia elétrica através do efeito fotovoltaico, obtidas através da transformação dos wafers por meio de processos químicos em linha de produção. Medem 156mm x 156mm e possuem espessura de 180 um.

Wafers. Lâminas resultantes do fatiamento de lingotes de silício por meio de equipamentos de corte de altíssima precisão. A partir dos wafers desenvolve-se as células fotovoltaicas. Medem 156mm x 156mm e possuem espessura de 180 um.

Módulos. Módulos formados por 60 ou 72 células fotovoltaicas interconectadas, o que otimiza o uso da potencia dessa reunião e possibilita a criação de uma corrente útil. São elaboradas em uma estrutura de vidro e tem uma caixa junção conectada à parte traseira.
ES terá primeira fábrica de painéis solares da América Latina
A empresa Solar-Par Participações anunciou, na tarde desta segunda-feira (23), no gabinete do governador Renato Casagrande, que vai instalar uma fábrica de painéis solares fotovoltaicos no município de Colatina. O projeto faz parte da carteira de projetos coordenados pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento (Sedes) com o objetivo de descentralizar e diversificar o desenvolvimento no Espírito Santo, dentro do Programa de Desenvolvimento Sustentável (Proedes). Esta será a primeira fábrica na América Latina.

O empreendimento contará com tecnologia avançada que vai contribuir com o setor de pesquisa e desenvolvimento do Estado. O investimento será de R$ 235 milhões e irá gerar 250 empregos diretos na fase de implantação e 440 na de operação. A empresa deverá priorizar a mão de obra local visando criar oportunidades para os moradores da região.

O governador Renato Casagrande destacou a importância do empreendimento. "Buscamos há algum tempo projetos na área de energias renováveis. A vinda da Solar-Par para Colatina, produzindo para todo o Brasil, agrega mais uma atividade econômica ao Espirito Santo, complementando cadeias e gerando dinamismo econômico com mais emprego e renda, além de descentralizar o desenvolvimento, que é uma das prioridades do nosso Governo".

De acordo com o secretário de Desenvolvimento, Nery De Rossi, é um importante projeto também para as indústrias aliviarem o sistema elétrico. "Além da descentralização do desenvolvimento, este é um importante assunto a ser tratado, o de energia limpa. E esta empresa já começa com a agregação de valor dos nossos produtos, já que eles poderão usar produtos da ALX e da Tecnovidro".

O prefeito de Colatina, Leonardo Deptulski, comemorou a vinda do projeto para o município. "É nesses momentos que percebemos a importância do planejamento. Nossas plantas já existentes já estão atraindo novos empreendimentos para melhorar a qualidade de vida da população".

O Protocolo de Intenções foi assinado entre o Governo do Estado, Prefeitura de Colatina e empresa.


Inovação e pesquisa

Painéis solares fotovoltaicos são dispositivos utilizados para converter a energia da luz do sol em energia elétrica. São compostos por células solares, assim designadas já que captam, em geral, a luz do sol. Estas células são chamadas de células fotovoltaicas, ou seja, criam uma diferença de potencial elétrico por ação da luz. As células solares contam com o efeito fotovoltaico para absorver a energia do sol e fazem a corrente elétrica fluir entre duas camadas com cargas opostas.

De acordo com o presidente da Solar-Par, Tersandro Milagres, o projeto é inovador e vai gerar economia também para o consumidor final. "Nossa ideia é fazer também locação de sistema e gerar economia para o consumidor. Além disso, vamos ter um Centro de Pesquisa com investimento em torno de R$ 12,5 milhões por ano. Nós queremos ser a primeira unidade fabril a contemplar todo o processo produtivo". O início da operação deverá ser até o final de 2014.

Ele ressaltou ainda que a empresa escolheu o Espirito Santo pela logística, já que boa parte da sua matéria-prima é importada e aqui eles encontram condições ideais para distribuir pelo Brasil. Os painéis vão além do aquecimento de água, eles são para geração de energia elétrica. O faturamento da empresa é de R$ 250 milhões/ ano e a fábrica vai ser construída num terreno de 100 mil m².
Medidor de pressão sanguínea com fonte fotovoltaica para africanos
Karen Sliwa, diretor do Centro de Pesquisas Cardiovasculares da África do Sul, apresentou um estudo com mais de 6000 pacientes do hospital de cardiologia Chris Hani-Baragwanath onde grande parte era atendida já com quadros avançados e danos irreversíveis.

Seu estudo indicou o uso de medidores de pressão sanguínea alimentados por módulos fotovoltaicos em regiões remotas para fazer o diagnóstico a tempo de salvar o paciente.
Problemas cardiovasculares podem ser detectados de forma fácil e rápida com o novo mecanismo. Com apenas quatro horas de radiação solar é possível realizar mais de 300 testes.
Bicicleta ambientalmente responsável usa motor com energia solar
designer americano Raymond Bessemer desenvolveu uma bicicleta elétrica apenas usando peças recicláveis. Segundo ele, além da preocupação ambiental, o conceito é aproveitar o tempo ocioso que a bicicleta fica estacionada em locais abertos para gerar energia.

Os painéis ficam sobre o tubo superior para facilitar o posicionamento do ciclista, podendo dobrar na vertical para auxiliar a montada na bicicleta. Uma vez parada, os painéis ficam na horizontal para captar mais energia para uma bateria de lithium-ion que alimenta o motor traseiro. O protótipo não tem valor definido.
Cadeira com células solares carrega eletrônicos e produz luz na Inglaterra
A cadeira SOFT Rockers criada pelos alunos do Massachussets Institute of Technology (MIT) permite que o ocupante fique deitado e ainda possa recarregar seus aparelhos portáteis por meio de energia solar.

O protótipo possui células fotovoltaicas que captam a radiação solar para recarregar até três aparelhos portáteis simultaneamente por meio de portas USB. A energia também é usada para ativar o sistema de iluminação. O modelo também possui um motor conectado a que Um sensor faz com que a cadeira gire e colete a luz solar com maior eficácia.